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"Tá certo: Eu sei que nossa causa parece ridícula, nosso grupo é pequeno, nosso nome é tão pouco criativo que chega a ser patético. Tudo isto pode ser verdade. Mas se você souber o estrago que a gente pode fazer, não ficaria em nosso caminho."

Orientação: Difícil definir. O grupo Fajte foi criado recentemente, é um grupo que se uniu em torno de seu líder, Ŝahdon. Ŝahdon é portanto líder militar e religioso, e seus companheiros, Zeĥanso e Marene, são mestres magos. Assim podemos classificar o grupo tanto como militar, quanto como mágico ou religioso.

História: Podemos dizer que o grupo começou devido a paixão de Ŝahdon por Marene, e o fato dele ser de Fajr-Regno e ela uma maga de Gaja. Nenhum dos dois estava diretamente engajado na guerra, mas ainda assim sofriam as consequências da guerra, incluindo o fato de todos serem contra um romance entre pessoas de Fajr-Regno e Gaja, mas não precisamos nos aprofundar nisto.

Como em Gaja as mulheres magas não tem tanto valor, Marene buscou fugir com Ŝahdon e outros nômades, e entre estes estava Zeĥanso, que era um mago do fogo.

Para encurtar a história: Marene e Zeĥanso trocaram experiências sobre técnicas mágicas, e Ŝahdon percebeu que a magia da terra misturada com a do fogo pode ser extremamente poderosa, e teve a ideia de reunir pessoas dispostas a se unir por ideais que estavam fora dos interesses nacionalistas.

São um grupo nômade, e buscam novos adeptos enquanto viajam de Fajr-Regno para a Ilha dos Exilados e depois para Gaja, fazendo posteriormente o caminho inverso.

Composição e influência: Por ser um grupo pequeno não é ainda considerado sequer um exército, muito menos uma escola. São simplesmente um grupo, ou bando (ou tribo, definam como vocês acharem melhor). Sua influência é portanto quase inexpressiva.

Buscam uma política de amizade com qualquer pessoa que se manter pelo menos neutro com o grupo, e por isto são abertos a todas as raças, embora até o momento, só tenham humanos entre seus adeptos.

Apesar de ser um grupo relativamente pequeno, não se sabe ao certo se possui mais guerreiros, magos ou sacerdotes, mas sabe-se que são capazes de dominar magias ofensivas poderosas talvez nunca dominadas por outros magos (nisto competem com La Cour des Miracles), e ainda conta com magias defensivas e algumas poucas de cura. Aliás, uma das profecias de Ŝahdon é que seu grupo será um o primeiro a desenvolver melhor as magias de cura do elemento fogo e que com isto se tornará muito importante.

Deuses: Oficialmente, o grupo é devoto dos deuses Piro e Tamuz, mas como têm uma posição amistosa a adeptos de quaisquer deuses, o grupo poderia ser classificado como politeísta ou mesmo como pranista.

Estado atual: Aos poucos o grupo tem ganhado novos adeptos, a maioria os procuram com interesse em aprender magia, mas há vários que de fato acreditam nas profecias de Ŝahdon e ainda quem simplesmente está de saco cheio da guerra e quer lutar não pelos continentes, mas por Akaŝa.

Ele prega que teve uma visão onde, num futuro ainda distante, os deuses Piro e Tamuz iam finalmente superar suas diferenças e lutar juntos por um bem maior (ou contra um mau maior, não é bem clara a profecia), e que ele e seus companheiros estavam preparando o terreno para quando este dia glorioso chegar.

Ŝahdon contou com ajuda de algumas Amazonas de Gaja (não todas), elas têm outros interesses em unir forças com os fajrenses (vide história de Suzêne e Latifa), mas apoiaram a visão de Ŝahdon de que: "Quem não é nosso inimigo, é amigo". E juntaram o seu grupo com o deles.


Frases de MestreEditar

Sahdon
ŜAHDON
- Humano, 30 anos, é um líder dinâmico e carismático.

A infância de Ŝahdon não teve nada de espetacular. Passou boa parte cuidando de criações e plantações, e nas horas vagas tocava e dançava nas praças em troca de uns trocados. Aprendeu a brigar com outros garotos na mesma situação. Mas devido à guerra sabia que teria que entrar para o exército ou seguir uma milícia, preferiu buscar uma milícia de Heséd.

Tornou-se um bom lutador, mas a guerra nunca o atraiu, e devido a guerra, as milícias tiveram vários tipos de problema com os exércitos oficiais e entre elas também. Ŝahdon não conseguia se dar muito bem com outros líderes, então resolveu liderar sua própria milícia.

No início não tinham nome nem causa, iam da vila em vila buscando corrigir algumas injustiças. Mas o grupo começou tomar mesmo força quando Ŝahdon reuniu grandes magos em seu grupo. E ao unir magos da terra e do fogo, ele começou a ter visões de um futuro totalmente novo. Alguns o consideram um simples sonhador (mas muitos os seguem para terem sonhos também), outros já o consideram um verdadeiro profeta e talvez até um santo.

  • Há três tipos de pessoas: as que gostam de você, as que não estão nem aí, e as que não gostam de você. Seja sempre amigo das que gostam de você, não importa de onde elas venham. Das que não estão nem aí, tenha uma atitude amistosa, pois pode ser que elas lhe sejam úteis também. Das que não gostam de você, se te olharem torto, quebre a cara delas.
  • Piro é o deus da música, Tamuz o da fartura. Eu vou unir os adeptos de ambos, e quando, enfim, eles perceberem que tem mais a ganhar com a união e muito a perder com a desunião, nós passaremos a viver todos cheios de sombra, água fresca e boa música.
  • Os sacerdotes de Tamuz não têm pregado os verdadeiros ensinamentos de Tamuz. Eu vou corrigir isto.
  • Façam amor, não façam guerra.
  • Lutar pela liberdade, pela felicidade ou mesmo por uma mulher é justo. Lutar pela religião é compreensível. Mas lutar por Gaja ou Fajr-Regno é uma burrice. Os líderes e nobres destes lugares te conhecem? Sabem quem você é? Se IMPORTAM com você?


Marene
MESTRA MARENE
- Humana, 32 anos, é um pouco reservada, mas uma ótima mestra de magia.

Marene sempre foi subestimada em sua terra natal. Quando criança trabalhou na feira com sua mãe e irmãs. Por volta dos 14 anos começou desenvolver o dom da magia verde. Seu pai a levou para o templo, para ver se ela poderia ser treinada e se tornar alguma fonte lucrativa para a família, mas os sacerdotes não se interessaram por suas capacidades.

Ela treinava em sua própria plantação, aprendeu algumas dobras básicas de terra e como fertilizar magicamente o solo, mas como não tinha estudo, nunca progrediu muito. Até um dia que um homem apareceu na vila e disse que podia a treinar. Seu pai não se interessou, então o homem misterioso ofereceu comprá-la como escrava, então seu pai aceitou. Este homem a levou para uma região isolada na grande floresta, e lá ficou sabendo que ele era casado em segredo com uma demônio.

Esta demônio foi sua verdadeira mestra. Marene nunca soube seu nome, pois só a tratava como mestra. Ela mostrava a Marene as técnicas da magia negra e Marene as adaptava para a magia da terra. O treinamento era difícil e seus mestres não eram muito gentis, mas Marene progrediu bem. Mas sabendo que nunca seria feliz, Marene resolveu fugir.

Porém foi facilmente localizada e capturada pelos seus mestres. Ela pensou que seria severamente castigada, mas sua mestre lhe propôs um desafio, iria fazer um teste de magia, e se Marene passasse, seria libertada.

Ela não acreditava que passaria no teste, pois a demônio era poderosa. Mas por incrível que parecesse, ela fez um teste justo para as capacidades de Marene, e ela passou. Então a demônio disse que ela ainda ficaria sobre seu poder por dois meses, tempo em que ia ensiná-la alguns grandes segredos, e de fato, depois de dois meses de treinamento eles deixaram Marene ir. Neste tempo os dois trouxeram para a floresta um rapaz, que certamente substituiria Marene. Mas ela não podia fazer nada pela sorte dele.

Liberta, ela perambulou por Gaja durante meses. Suas habilidades mágicas permitia que ela vivesse bem na floresta, mas ela não quis que outras pessoas soubessem que era maga, pois além do que já tinha passado, ainda vivia a realidade da guerra. Assim viveu isolada por um tempo, indo às cidades apenas para vender algumas coisas que colhia na floresta. E assim foi até o dia que conheceu o pequeno grupo de nômades ao que ficou fazendo parte.

  • A terra é dura. Mas se sua vontade for mais dura que ela, você pode dominá-la. Por muito tempo eu achei que ser dura era ser insensível, mas estava errada: dureza tem haver com resistência, não com frieza.
  • Apesar de tudo, minha mestra me ajudou muito. Aprender que as magias podem ser adaptadas é algo que muitos bons magos não sabem. E isto é um trunfo em nosso grupo.
  • Um mago domina a magia através de suas emoções. Há toda uma técnica, mas a emoção é seu combustível. Não basta o cérebro, é preciso por a mente. Não basta o sangue, é preciso por o coração.
  • Nunca desista. Tente de novo. Se não conseguiu o que quer, sempre acredite que poderá fazer melhor amanhã.
  • Muito do que Ŝahdon fala parece loucura, mas olhe o que estes loucos já conseguiram! Quanto mais eu conheço este mundo, mais vejo que a esperança é para os loucos.


Gailas
MESTRE ZEĤANSO
- Humano, 44 anos, não é tão carismático quanto Ŝahdon, mas é bem comunicativo e até brincalhão.

Nasceu em Ajros, mas mudou-se logo cedo para Fajr-Regno, pois tinha desenvolvido o dom da magia vermelha. Entrou para uma milícia em Heséd, mas foi duramente punido pelo líder, por sua indisciplina, e fugiu da milícia. Foi para Ĵevurá onde estudou com dois magos. Mas para pagar estes magos Zeĥanso praticava pequenos (e não tão pequenos) furtos, e acabou sendo preso. Na prisão usou seus poderes mágicos para escapar. Como ainda não os dominava bem, acabou ganhando algumas cicatrizes no rosto e braços por causa desta fuga.

Aos poucos foi desenvolvendo mais suas técnicas, e quando encontrou Ŝahdon, já era um bom mago. Posteriormente os dois amigos encontraram Marene (segundo boatos, ele também tem uma leve queda por ela), e trocando informações sobre magia com ela, Zeĥanso percebeu que eles podiam unir as técnicas das duas magias, algo que pouquíssimos magos conseguiam com outros elementos, e nunca tinham conseguido antes com a terra e o fogo. Todos ficaram muito entusiasmados com os resultados. Então passaram chamar sua milícia de Fajte (fajro kaj tero).

  • Dizem que as técnicas mágicas mais ofensivas são as de magia vermelha e negra. Cara, quero ver se tem um demônio que guenta nossas técnicas com lava.
  • Sim, a terra pode ser muito bem usada de forma defensiva. Mas tu precisa ver a (censurado) que ela faz na forma ofensiva.
  • Qual parte de "Hayaku ikee!" você não entendeu?
  • Sabe gata, sua técnica é muito boa, mas precisa de mais liberdade nos movimentos... você treinaria bem melhor se estivesse nua. Ei, tô falando sério!
  • Não perca tempo discutindo com idiotas. Ele vai insistir até você descer ao nível dele e te ganhar pela experiência.


Taruz
TARUZ
- Raça selvagem, 30 anos, demonstra grande fidelidade ao grupo, mas não é muito amistoso.

Não se sabe ao certo como Taruz entrou para o grupo, pois, por motivo óbvios, ele contrasta bastante com o resto do grupo. Aliás, com o resto de todas as escolas.

Sabe-se que é um pária em sua própria raça. Dizem que em um ataque da milícia contra um grupo de selvagens, a milícia ganhou, e mataram os selvagens derrotados, mas Ŝahdon teria impedido de matarem Taruz, pois ele não teria participado do ataque com os outros selvagens. E segundo sua regra, quem não é inimigo, deve ser tratado pacificamente.

Há também uma história de que Taruz teria salvo Ŝahdon uma vez (talvez por este ter-lhe poupado a vida ou mesmo lhe resgatado de outros selvagens), ou então tudo pode ter começado de um confronto contra um inimigo em comum.

  • Eu te devo alguma coisa?
  • Os magos ficam do lado, dando apoio, e quem é bom de briga vai na frente, destruindo o que tiver na frente. Há outras alternativas, mas está é clássica.
  • Se eu pego o cara que fez isto, não vai sobrar dente nem para ele tomar sopa!
  • Não tem segredo: é só pegar no cabo da arma firme, deste jeito, mirar no inimigo, e desde o braço com vontade. Se errar o primeiro golpe, e quiser dar logo o segundo, gire o corpo logo em seguida, trazendo a arma de volta de cima para baixo.
  • Você sabe que é um bom momento para atacar quando está em vantagem numérica. Se não estiver, destrua as defesas dos inimigos antes.