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Gaja
1) GAJ-KOR' A) PANTANAL DE GAJA
2) AMAZONÆA B) FLORESTA ALAGADA
3) PORTO FORTE C) COLINAS ERRANTES
4) ASGRIR D) CORDILHEIRA NEGRA
5) NADIAS E) FLORESTA PROIBIDA
6) BLUALANDO F) ILHAS DESCONHECIDAS
7) BAEDID a) PORTO NOVO
b) Æ e


GeografiaEditar

Gaja é um enorme continente onde a floresta espessa se faz presente em todos os lugares. O clima é tropical, com exceção da Cordilheira Negra e Nadias onde o clima é mais frio.

Ao norte o continente é banhado pelo mar Dolĉamar, ao leste pelo Mar Gaagua, as regiões ao oeste e ao sul do continente são praticamente inexploradas, portanto as águas naquelas fronteiras não têm nomes.

Seu principal Rio é o Rio Ipear com seus braços Suzêne e Balaton; ao leste fica o Grande Rio de Nadias. Há uma série de rios e canais no Pantanal de Gaja e na Floresta Alagada, mas estes não são de importância aos Humanos, visto que é quase impossível navegar neles.

Gaja trás marcas profundas do Ragnarök, o que faz seus habitantes terem muita raiva do deus Piro:

  • O Pantanal, que é uma vastíssima área coberta de brejos que são inacessíveis aos humanos e à maioria dos mamíferos, onde os reptilianos governam as ruínas humanas, tendo os homens-sapo como uma espécie de escravos.
  • A Floresta Alagada, que é uma intermediária entre o pântano e a floresta. As árvores daqui não apodreceram como no Pantanal, mas se mantêm com quase metade dos troncos submersos, ou seja, há uma floresta acima e outra abaixo das águas. Aqui também o acesso é bem complicado, as raízes das árvores são traiçoeiras, praticamente só as aves e peixes vivem aqui.
  • A Cordilheira Negra também é resultado do Ragnarök. Nestes três lugares, que ocupavam metade do continente habitado, havia grandes e ricas cidades humanas, e praticamente toda sua população morreu nas enchentes e terremotos causados pelo Ragnarök.

Na Cordilheira Negra, onde hoje apenas alguns vilarejos se fazem presente ao pé das montanhas, as ruínas ainda podem ser visitadas. Algumas destas ruínas adquiriram inclusive status de “terras sagradas” para algumas pessoas. Aventureiros também tentam revirar as ruínas atrás de algum tesouro, mas quase tudo que sobrou das antigas cidades, principalmente no Pico dos Sátiros, onde ficava a cidade de Trista, já foi levado para outros lugares.

Algumas ruínas da Floresta Alagada também tiveram seus antigos pertences de valor levados por aventureiros, mas nem todas as áreas puderam ser exploradas. Já no Pantanal de Gaja ninguém conseguiu entrar e voltar vivo. Alguns até conseguiram se empenhar por alguns quilômetros, e achar uma ou outra coisa de valor, mas nas grandes ruínas ninguém chegou. E é no Pantanal que estão as ruínas de Kerflej, uma cidade que era maior (talvez até o dobro) do que Gaj-Kor' é hoje.

Nas partes mais a oeste e sul, conhecido como “A Floresta Encantada”, ou também “Floresta Proibida”, vivem um povo conhecido apenas como Povo da Floresta. Não se sabe se são Humanos ou uma raça desconhecida, mas sabe-se que são um povo cuja magia é poderosa, e eles sempre evitam o contato com os cidadãos “comuns”.

Até o Ragnarök isto não era nenhum problema, o próprio deus Tamuz garantia esta separação do Povo da Floresta. Mas hoje muitos tentam entrar em suas terras e conhecê-los, por bem ou por mau.

Há muitas vilas e vilarejos espalhados na floresta, mas a maior parte da população está mesmo nas grandes cidades; e as cidades de Gaja são as mais populosas do planeta.

Apesar do solo de Gaja ser extremamente fértil para o cultivo, ele é muito pobre em minérios.


GovernoEditar

O continente tem relações de inimizade com Fajr-Regno, tanto por causa da rivalidade dos deuses de ambos os continentes como pelo fato de que foi Piro quem provocou o Ragnarök que quase acabou com Gaja. A expectativa de uma guerra entre eles é sempre alta.

Gaja é comandada pelo Rei Marnov VI, considerado por muitos o melhor rei dos últimos séculos. Os impostos em Gaja são altos, mas a maioria não reclama, pois o rei se propõe a realmente ajudar seus súditos: o exército de Gaja (o maior de Akaŝa) está presente em todas as partes protegendo os cidadãos. Mesmo um simples camponês que precise fazer ir de um vilarejo para outro, pode pedir um soldado para acompanhá-lo no meio da floresta, e muitas vezes será atendido.

Caso uma chuva destrua uma plantação ou uma casa de uma família honesta, o rei (ou o exército) ordena os reparos. Mulheres e irmãs de soldados também têm moradia e comida garantidas.

Por outro lado a lei é rígida, o roubo e vadiagem são crimes punidos de formas severas, um ladrão de galinhas pode ser chicoteado em praça pública. “Gaja dá sempre em fartura para que ninguém tente justificar a preguiça”. Note que a preguiça é a mais criticada, um cara trabalhador que for pego tentando roubar algo de grande valor será menos punido que um que rouba algo sem valor para não trabalhar.

Além da rivalidade contra Fajr-Regno, Gaja tem alguns problemas internos: No ducado de Nadias, o Duque Rernod V faz das proximidades um inferno. Cobra impostos ainda mais caros e limita a liberdade dos habitantes de Nadias. No ducado, magos, alquimistas, ciganos e várias tribos são perseguidos, e nem os bardos tem licença para usar os espaços das praças. O que o duque na verdade deseja é transformar suas terras em um reinado, ou mesmo tomar o lugar do rei, pois acredita que o Rei Marnov VI é “bonzinho e fraco” demais. Porém ainda não tem um exército forte o bastante para tentar um golpe. Será que só o rei não sabe disto? Ou será que sabe?

Outro grande problema de Gaja éAmazonæa e as amazonas: As Amazonas de Gaja vivem desafiando os costumes machistas de Gaja, e conseguiram erguer uma grande cidade com exército próprio onde se sabe lá o que acontece dentro. Os homens poucas vezes têm permissão para entrar na cidade, e os que nascem lá recebem uma educação feminista.

Além de praticarem cultos à Elemental Gaja, o que é uma heresia, elas se recusarem a pagar os tributos devidos (estima-se que a cidade paga apenas um terço ou quarto do que deveria por lei).

Há também boatos de que as Amazonas de Gaja estejam querendo se juntar com algumas sereias guerreiras, ou pior: com as amazonas de Fajr-Regno. Portanto o perigo de uma guerra interna partindo de Amazonæa ou Nadias é grande.

A escravidão é comum no continente, principalmente de prisioneiros de guerra vindos de Fajr-Regno.

Quanto a magos e alquimistas, isto varia no continente: Em Gaj-Kor' não é difícil achá-los, já em Nadias eles são perseguidos, os vilarejos os vêem com reserva, mas aceitam os magos e alquimistas que vivem lá por muito tempo. Não se tem a menor ideia de como seja em Amazonæa.


ReligiãoEditar

Quanto à religião, os cultos à deusa Jara são permitidos, e alguns até estimulados. Deve-se muito respeito à mãe de Tamuz, ainda assim a população cobra que todas as particularidades da religião de Tamuz se sobressaiam. Na questão do Equilíbrio, muito pregado por Jara, Tamuz e os gajanos declaram que “o Equilíbrio deve ser respeitado, mas o equilíbrio que favoreça sempre à Terra e Gaja”.

Os cultos à Anĝelina e Piro são terminantemente proibidos, mesmo para estrangeiros ou escravos. A cor vermelha, símbolo de Piro, é tida como “a cor vergonhosa” em Gaja, vestir roupas desta cor aqui pode trazer sérios problemas.


ComércioEditar

Gaja é um grande exportador de madeira e tudo que é feito de madeira, de moveis básicos até grandes navios. Gaja constrói navios para todos os demais continentes, quase toda a frota de Akvlando é construída em Gaja.

O continente também é grande exportador de frutas, especiarias, carne, bebidas, principalmente licores, peles e couros.

Já na importação seu principal interesse é por armas e ferramentas, embora importe também muitos produtos de artesanato e de luxo.

Akvlando é o maior parceiro comercial de Gaja, tanto para importação como exportação. Ajros, embora tenha boa relação diplomática com Gaja, não é um grande parceiro comercial, pois é proibido consumir carne e álcool em seu território, e estes são justamente os artigos mais exportados por Gaja. As relações comerciais com Fajr-Regno (assim como todas as outras) são complicadas, comerciantes de um e de outro continente desprezam suas contra-partes, e chegar num preço aceitável é complicado, por isto boa parte do comércio é entre Gaja e Fajr-Regno é intermediada por Akvlando, ainda assim Gaja comercializa muita coisa direto com Fajr-Regno.

Gaja compra de Fajr-Regno tudo que for feito de metal ou vidro, e por tudo, compreenda tudo mesmo: fivelas de cinto, acessórios para montaria, panelas, vitrais, artigos para alquimia...

Gaja é um grande produtor de carne de porco, só que o animal é considerado imundo no continente e em Akvlando, portanto só é consumido em Fajr-Regno, que importa tudo que Gaja cria.


Principais produtos importados de:

Akvlando: Sal, vinho, frutos de mar, armas mágicas, armas, ferramentas, armaduras de metal, especiarias, licor de Letis, roupas finas, cães de caça.

Fajr-Regno: Ferramentas, armas e armaduras de metal (quase sempre intermediadas por Akvlando), utensílios variados, escravos, instrumentos musicais, jóias (brutas e trabalhadas), especiarias.

Ajros: Tecidos e artesanato finos, especiarias.


Principais produtos exportados para:

Akvlando: Navios, tanto comerciais como de guerra, moveis, licores finos, carne, frutas, doces, cavalos de raça, licores, conhaque, óleos aromáticos e afins, especiarias, corantes para tecidos, castanhas.

Fajr-Regno: Carne (principalmente de porco, e boa parte intermediada por Akvlando), frutas e bebidas diversas (intermediadas por Akvlando), madeira, móveis, especiarias.

Ajros: Frutas, madeira, especiarias, roupas de couro ou pele.