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Cidade do nordeste de Fajr-Regno, próxima ao Grande Lago, ao Círculo do Fim do Mundo e não muito longe da Planície Centáurica e do Deserto do Sal.

Jod foi construída em cima de um monte totalmente plano, feito por Piro especialmente para a cidade. O objetivo de se fazer a cidade neste ponto alto foi tanto para servir de referência para as pessoas no deserto quanto para observar e ajudar os viajantes da região, principalmente os que se perdem, que não são poucos. Para ajudar nestas tarefas a cidade têm uma torre de observação em cada um dos quatro cantos, chamados de "Os Faróis do Deserto".

Jod serve também como ponto intermediário para quem quer ir de Jezod para Mahijar ou o contrário. Serve também como rota alternativa entre Jezod e Burnabad para quem não quiser passar pela Planície Centáurica.

Fora isto, Jod é basicamente uma cidade pequena e comercial. Não há atividade mineradora na cidade e proximidade, embora alguns se aventurem a sair de Jod até a Grande Rochosa em busca de minas de prata e ouro. A caminhada que nem sempre é proveitosa, é longa e difícil, mas como se diz por aí: "ouro é ouro".

Jod não tem tribunais e nem exército, qualquer pendenga é julgada por algum líder local, às vezes em praça pública. Acusados de crimes mais graves são levados para serem julgados em Jezod.

Os jovens e as jovens em idade de se alistar também têm que ir para outras cidades para servir o exército. Alguns acabam adiando um pouco este alistamento e ultimamente tem até alguns moradores que parecem ter "esquecido" deste compromisso. Isto obviamente não é bem visto pelo exército do continente.

A cidade tem um templo da Escola Izete, um da Igreja Cisne Branco e até um menor da Escola Atemense (bem menos popular que os outros dois, mas ainda em uso), e certa vez um grupo de jovens propôs que, já que era difícil ir para outras cidades só para servir o exército, servir num templo seria quase a mesma coisa, já que alguns templos têm mesmo um sistema quase militar (Izete e Atemense). Isto não foi muito bem visto pelas pessoas mais velhas da cidade e nem pelo exército do reino, mas acabou virando cultura na cidade.

De quando em quando alguns soldados do exército de Burnabad, Mahijar e até de Heséd ou mesmo de Ĵevurá passam por Jod e levam estes jovens folgados para cumprir o dever na marra.

Assim como a cidade, a população é pequena e pacata. Não há nem pessoas de grande riqueza nem de extrema pobreza morando na cidade. Como em Jezod, a maior parte da população humana tem pele negra, e na população demoníaca quase não existem súcubos e íncubos, também não se sabe de almas malditas vivendo na cidade (ou seja, os Demônios são praticamente só diabos). A população centáurica é quase tão numerosa quanto à humana. As diferentes raças vivem em certa harmonia na cidade, tendo até um número relativamente alto de meio-demônios, mas como sempre há muitos viajantes na cidade, sempre existe quem trate um local como alguém inferior, o que muitas vezes termina em confusão.

Existem alguns boatos de que uma comunidade de nagas (os homens-cobra) viveriam numa cidade dentro da montanha embaixo de Jod, mas como a montanha não e tão extensa e nem tão acidentada, a suposta entrada para esta cidade deveria ser fácil de se encontrar, o que nos faz acreditar que este boato seja apenas mais um dos muitos contos de bêbados fanfarões.