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Piro final by jp vilela-dc2ivl6

Deus do fogo, da paixão, da música, da loucura (este último título dado normalmente por seus opositores).

AparênciaEditar

(OBS.: A imagem é do ilustrador João Paulo Vilela, página dele: https://jp-vilela.deviantart.com/art/God-of-Fire-729834090)

Em sua forma original, Piro é menor que os outros deuses (tem 4 metros de altura, enquanto os demais têm 6) e nasceu com 4 braços. Por causa destas características, Tamuz passou a chamá-lo de “O Inseto”.

Com o nascimento de Piro, uma nova espécie de besta com várias patas surgiu também: a aranha. Tanto os animais como a constelação de aranha surgiram no ano do nascimento de Piro, e mais tarde Piro acabou criando mais um destes animais com patas a mais: o escorpião; ele queria fazer um inseto normal, mas acabou virando isto.

Piro tem a pele levemente bronzeada, e embora em seu continente seja costume dos homens andarem sempre barbeados, Piro sempre usa barba, que se destaca pela cor bem avermelhada, assim como seus cabelos.

Gosta de usar roupas de couro de animais que ele mesmo caça, e usa também um elmo com chifres. Além do vermelho, sua cor característica, Piro gosta de usar detalhes azuis, muitos dizem que esta preferência se deve por ele quer aproximar-se de Jara, seja por afinidade mesmo ou seja devido a interesses políticos.

Arma e SímbolosEditar

Kratak* do poderEditar

Alguns também chamam de Kratak da força, mas o poder não se resume à força, e além da força Piro materializou sua espada com o espírito da liderança, coragem e aventura. Já os opositores referem-se a sua espada como Espada da Violência.

Algumas vezes Piro aparece também com o Leque da Pureza, como sua mãe.

  • Kratak é uma espada com a lâmina curta, plana e chata, feita de material muito especial, no caso de Piro ele materializou o kratak com fluídos espirituais, no caso dos krataks normais são feitos com a liga chamada aço-16.

Adaga e espada flamígeasEditar

Em rituais as lâminas onduladas das adagas e espadas flamígeas representam as chamas, e em Fajr-Regno elas são muito usadas em combate, pois embora elas não costumem cortar tanto como as espadas comuns, as lâminas delas tendem a ferir rasgando a pele e músculos, sendo então feridas bem mais violentas.

Instrumentos musicaisEditar

Os que Piro mais toca são o alaúde e o violoncelo, em suas telas e estátuas ele freqüentemente é retratado com um deles, embora também goste de instrumentos de percussão, flauta e clarinete.

Piro é o único em Akaŝa que consegue tocar violino e violoncelo usando dois arcos ao mesmo tempo, criando alguns efeitos sonoros no mínimo interessantes.

Elmo com chifresEditar

Uma das possíveis razões para Piro usar o elmo com chifres pode ser o envolvimento com alguns demônios. A maioria dos fajrenses evita tocar no assunto, mas alguns guerreiros de La Cour des Miracles gostam de usar este tipo de elmo.

EscorpiãoEditar

Foi a primeira (e praticamente única) criatura criada por Piro, e o escorpião o representa por várias características, apesar de ser um animal pequeno, é um dos (senão o mais) letais, tem várias patas (como Piro tem vários braços), adora lugares quentes e é muito resistente.

DoutrinaEditar

A questão de doutrina de Piro é bem interessante, pois é praticamente inexistente. Piro é um deus que não faz questão de ser adorado, algumas vezes chega até debochar de seus próprios sacerdotes. Portanto Piro não estipula ritos e dogmas.

Um exemplo: em Fajr-Regno o casamento não é obrigatório, muitas pessoas que resolvem viver juntas simplesmente passam a viver na mesma casa. Alguns que realmente querem se casar, por questão de tradição, fazem o ritual normalmente com os sacerdotes de Anĝelina, pois é raro encontrar algum sacerdote de Piro (quem quer ser sacerdote de um deus que não quer ser cultuado?).

A maior regra de Piro é que todas as pessoas que queiram viver sobre proteção de seus súditos (por “súditos” podemos compreender também o próprio continente de Fajr-Regno) devem ser consideradas amigas de Fajr-Regno. Isto algumas vezes gera abuso contra os estrangeiros, mas em geral, quem mostra não ter interesse em atacar, costuma ter passagem livre pelo continente. O direito a culto também é respeitado em quase todo o continente, sendo que há mais templos de outros deuses e templos politeístas que templos de Piro.

O Piro Sutra não é um livro muito grande, e se destaca mais pela parte histórica e assuntos ligados à magia que a questões realmente religiosas. Os primeiros capítulos de seu livro foram inclusive escritos por Anĝelina, e acredita-se que vários outros foram escritos por seus seguidores, e não pelo próprio deus.

O grande interesse de Piro é realmente a magia (depois das mulheres, claro), até as maiores catástrofes que ele já fez, foi para estudar a magia. Muitas vezes Piro desencadeou disrupturas de mana para fazer suas experiências, e de todas, a mais trágica foi o Ragnarök.

Piro já tinha começado fazer suas experiências nos desertos, pois quando elas não davam certo, costumavam levar algumas vidas junto. Num dia Piro resolveu fazer um teste de queima de mana no meio do oceano, para ver como os elementos reagiam um ao outro, e a reação em cadeia foi enorme, causando desastres em todos os continentes: maremotos, terremotos, tsunamis, furacões, disrupturas de mana, fissuras planares... Todo tipo de catástrofe.

ApariçõesEditar

De todos os deuses, Piro é o que mais gosta de ficar entre os Humanos (Jara prefere a companhia das sereias e Anĝelina dos anjos). Não é muito difícil encontrá-lo em várias festas em Fajr-Regno, às vezes ele se faz presente até mesmo em comemorações de súditos pouco influentes (como tem uma doutrina para lá de liberal, Piro não tem adeptos, e sim súditos).

Em muitos casamentos, festas de nascimento ou funerais (funerais em Fajr-Regno são comemorados com alegria), principalmente de algum mago(a) ou guerreiro(a) de mais destaque, Piro não só se faz presente, como também caça e muitas vezes prepara a comida da festa e providencia a música também.

Piro também adora ter momentos de prazer com as humanas. As mulheres que mais lhe agradam ele toma como sacerdotisas, que passam a viver em seu grande templo. Obviamente, as sacerdotisas constituem também o harém de Piro (e isto é oficial), mas elas não ficam só enfeitando o templo ou servindo às vontades do deus, também são treinadas em artes mágicas e espirituais, além de outras coisas, como música. Normalmente as sacerdotisas só servem no templo por cinco anos, embora algumas possam ficar um pouco mais, indo até dez anos.

As mulheres possuídas por Piro, principalmente as que se tornam sacerdotisas, ganham status no continente de Fajr-Regno. Mesmo para os homens casados é um grande orgulho que a esposa agrade ao deus. Apesar disto Piro não obriga nenhuma mulher a aceitá-lo (principalmente as que não são de Fajr-Regno, onde a regra de ganhar status por dormir com o deus nem sempre é verdadeira, ou as que buscam seguir os princípios das deusas-mãe onde não podem ter nenhum relacionamento sexual fora do casamento, ou fazem voto de castidade, etc.), ele gosta de seduzi-las, e galanteia a todas, casadas, solteiras, loiras, ruivas, morenas, negras, brancas, jovens e também coroas “enxutas”.

Conseqüentemente, Fajr-Regno é o continente com maior número de semideuses (e onde tem mais mulheres bonitas. As fajrenses nem sempre são as mais bonitas, mas quase nunca tem uma que não seja beeeeem agradável), o que não quer dizer que Piro não conquiste mulheres em outros continentes além do seu também.

Piro também costuma, mas do que os outros deuses, fazer suas aparições fora de seu próprio continente, inclusive em Gaja, onde não costuma ser bem-vindo. Piro gosta de caçar em Gaja, o que é tido pelos seguidores de Tamuz como uma provocação.