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Questões de gênero são as formas com que cada lugar de Akaŝa ou cada raça, filiação, etc. lida com seus indivíduos de forma diferente dependendo do gênero destes.

Por que usar? Por que não usar? Editar

Um cenário (não só em Akaŝa) pode ser mais complexo ou mais simples dependendo da intenção do grupo (no caso do RPG). Você pode querer um jogo mais simples e rápido, para começar e acabar no mesmo dia, sendo assim não se preocupar com detalhes de política, racismo, ideologias, filosofia e várias outras questões que nos cercam o tempo todo, mas que não interessariam ao jogo.

Ou você pode querer uma mesa mais complexa, onde cada detalhe conte e onde o personagem sofra consequências (boas e ruins) por suas escolhas, onde a interpretação tenha mais foco que o jogo em si e onde a mesa possa inclusive ser usada justamente para debater estas questões ideológicas/filosóficas com uma ferramenta lúdica.

Nenhuma das duas formas é mais certa ou mais errada.

Isto só se torna um problema se alguns membros do grupo querem algo mais rápido, mais no estilo "jogo de video-game" e outros querem uma aventura altamente imersiva, com oportunidades para grandes debates filosóficos e talvez até políticos. Muitas vezes há como achar meios-termos que agradem a todos, mas o Mestre do Jogo e até os jogadores precisam entender que nem sempre uma aventura feita para durar dois ou três dias poderá ser adaptada para uma mesa onde se pretendam jogar por um ano inteiro e vice-versa.

Também corremos um risco nos dias de hoje de encontrarmos o perigo de um dos jogadores (ou pior, até o Mestre) ser um membro da Liga da Justiça Social, pessoas fanatizadas ou massificadas por ideias extremistas pseudossociais ou do politicamente correto. Não vou me estender aqui, quem tiver problemas com esta Liga da Justiça Social leia antes as páginas Feminismo e RPG e Energias Sexuais.